As músicas que fizeram a história da música dance pop têm espaço garantido na Energia 97 FM.

Relembre a moda clubber dos anos 90.

Neon, furta cor e muito tie dye - relembre a moda mais legal da última década!.


Com a explosão do techno em Berlim nos anos 90, nasceu também uma verdadeira tribo de adeptos ao estilo. Além de curtir as músicas em clubes underground da cidade, os clubbers, como ficaram conhecidos, levavam a moda como uma verdadeira religião. Neon, furta cor e tie dye tornaram-se a sua maior marca, além da chuva de cores, acessórios de plástico e muita criatividade.

Relembre a moda clubber, uma das tribos mais legais da última década. Se liga!




5 melhores filmes dos anos 80


Uma lista de clássicos para assistir na Netflix nunca vai mal, especialmente se estamos falando de filmes dos anos 80.

Se você é fã dessa época do cinema (ou só não sabe o que assistir hoje), confira a nossa lista:

Curtindo a Vida Adoidado – Nota 4.2 no Filmow

No último semestre do curso do colégio, estudante (Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com a namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor (Jeffrey Jones) do colégio e de sua própria irmã (Jennifer Grey).




De Volta para o Futuro – Nota 4.4 no Filmow

Marty McFly é um adolescente típico americano dos anos 80. Acidentalmente ele viaja de volta no tempo para 1955 em uma máquina do tempo inventada pelo cientista maluco Dr. Brown. Durante sua incrível viagem ao passado, Marty tem como missão fazer com que seus pais ainda adolescentes se conheçam e se apaixonem. Só assim ele conseguirá ter uma chance de voltar ao futuro.



Clube dos cinco – Nota 4.2 no Filmow

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, tendo de escrever uma redação de mil palavras sobre o que eles pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas bem diferentes, enquanto o dia transcorre passam a aceitar uns aos outros e várias confissões são feitas entre eles.


Gatinhas e Gatões – Nota 3.5 no Filmow

Samantha Baker, uma adolescente que está completando 16 anos, sonha em namorar um colega que, infelizmente, namora uma linda jovem. Além disso, em virtude do casamento de sua irmã mais velha seu aniversário é totalmente esquecido e, como desgraça pouca é bobagem, um garoto começa a assediá-la de forma inconveniente.



Monty Python – O Sentido da Vida – Nota 4.0 no Filmow

O humor corrosivo que caracteriza os filmes do grupo Monty Python está afiadíssimo nas histórias de O Sentido da Vida. Nesse filme, a trupe de comediantes britânicos ganha a tela para satirizar a medicina, a igreja, os militares, o sexo, e tudo o que é levado a sério demais pelos seres humanos normais. A ousadia lhes valeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O Sentido da Vida mostra porque eles fazem sucesso há três décadas na TV e no cinema de todo o mundo.O Monty Python começou na BBC de Londres em 1969 e logo se espalhou pelo mundo com suas apresentações ao vivo, livros e filmes imperdíveis. Este foi o último filme da trupe que se separou após este trabalho. Em seus filmes, já satirizaram desde Rei Arthur, símbolo máximo da nobreza, justiça e coragem britânicas (Monty Phyton e o Santo Graal, 1975) à Jesus (A Vida de Brian, 1979), personagem que dispensa apresentações.






É hoje !!!! HALLOWEEN DA VEIA NA EAZY


Halloween é um dos períodos mais festivos no mundo e o Energia na Véia não poderia ficar de fora dessa época tão assombrosa...

Hoje dia 27 de Outubro, na EAZY CLUB - Av. Marquês de São Vicente, 1767A - São Paulo - SP,  zona oeste da capital paulista, a Energia 97 preparará uma festa para botar medo... Com dezenas de monstros e cenografia inigualável.

Prepare-se para muito terror, monstros, zumbis e personagens famosos do cinema de terror te receberão, (ou assustarão!), em mais um evento imperdível do Energia na Véia, ao som dos DJs do programa.

Iformações acesse: 

https://www.97fm.com.br/97adm/home-modulos-editar.php?g=225



Festa de halloween sem "Thriller" não da!



"Thriller" é uma canção lançada em 1984 pelo cantor e compositor americano Michael Jackson, o último single do álbum de mesmo nome. O revolucionário e memorável videoclipe é constantemente eleito por inúmeras revistas especializadas em música como o melhor e mais bem sucedido videoclipe de todos os tempos


Influenciado pelo sucesso dos vídeos de "Billie Jean" e "Beat It", Michael resolveu convidar o cineasta John Landis para dirigir o clipe. O videoclipe se inicia com um prólogo no qual está uma frase atribuída a Michael Jackson: "Due to my strong personal convictions, I wish to stress that this film in no way endorses a belief in the occult.'" (em português: "'Em função de minhas fortes convicções pessoais, quero enfatizar que este filme de forma alguma endossa uma crença no oculto'").

O enredo começa com Jackson e sua namorada (Ola Ray) passeando até que a gasolina do carro acaba. Os dois vão caminhar por uma mata até que Jackson a pede em noivado. Ela aceita e ele então resolve contar a ela um segredo. Entretanto, antes que Jackson consiga falar, uma lua cheia aparece no céu e ele se transforma em um terrível lobisomem. Depois de uma perseguição pela floresta, a cena se abre e percebe-se que a história na verdade era um filme chamado Thriller e estrelado por Vincent Price. Assustada, a namorada de Jackson sai do cinema e ele a segue. Na rua, Michael canta boa parte da canção. Os dois passam em frente a um cemitério e zumbis começam a sair de suas covas. Eles seguem o casal, que se vê cercado por eles. De repente, Michael também se transforma em zumbi. Começa aí uma sequência de danças complexas que dura boa parte do vídeo. Logo depois Michael se une aos zumbis e continua a perseguir sua namorada. Cercada por eles, ela acorda e percebe que tudo foi um sonho. Michael então vai levá-la para o quarto, mas quando ele vira o rosto para trás vê-se que os olhos deles ficaram amarelos, assim como os do lobisomem no começo do filme.


O vídeo de "Thriller" é uma das marcas registradas de Michael Jackson, e sua coreografia ficou tão famosa quanto o moonwalk ou a solitária luvinha branca. Thriller é mais um vídeo do que uma canção. Seu vídeo se mantém atual e interessante até os dias de hoje. Prova disso são as constantes referências feitas a ele pelo cinema, pela televisão e até em outras canções e videoclipes. Filmes como "O Retorno dos Mortos Vivos, Parte II" ou "De Repente 30" mostram de forma clara sua referência ao vídeo. Algumas séries de TV como "South Park" ou "The Simpsons" também tiveram Thriller com o referência em alguns de seus episódios. No Brasil, a música virou trilha sonora dos comerciais da Sky em 2013. No mesmo ano, as Chiquititas dançaram a música (num instrumental similar) na telenovela homônima exibida do SBT. Na área musical, os exemplos mais notáveis são os DJs Bob Sinclair e Fatboy Slim e a banda Fall Out Boy e Alien Ant Farm. E na área do videoclipe Thriler serviu de inspiração para a banda Gorillaz, os cantores Chris Brown e Miley Cyrus. O desenho Jelly Jamm também homenageou o vídeo. Em 2014, a série Patrulha Salvadora homenageou o vídeo, com a música "Muleke Doido", cantada por Jean Paulo Campos, o Cirilo.




4 coisas que só as adolescentes dos anos 90 sabem


  1. Como era legal responder cadernos de enquete.


2. E como era divertido escrever na sua agenda.



3. Como era duro decalcar figurinhas Ploc Monsters SEM NENHUMA FALHA nas margens do caderno


4. Como era um prazer tirar a Capricho do plástico.




Gírias antigas: o tempo muda tudo !



Você fala gíria? Ou pelo menos falava? Bem, se você nasceu antes da década de 80, assim como eu, provavelmente já falou e não fala mais. Acredite nossas gírias antigas hoje fazem mais graça que sentido.

Sério isso!

Mas acredite isso é normal. Cada época tem sua própria forma de se expressar. Cada época tem seus símbolos, musica,arte, dança…

Enfim vários ou várias características que ao serem revistas remetem àquela época. Uma delas, a que irei relatar, é justamente uma das que menos nos atemos, as gírias antigas.

Gírias antigas: o tempo muda tudo;
Afinal o que é gíria?;
Gírias anos 70;
Gírias anos 80.
Além destes quatro tópicos uma tabela repleta de gírias antigas e seus significados. 

Com o passar do tempo ocorreram mudanças em tudo ou quase tudo, do cabelo as roupas, do gosto musical a forma de cortejar uma garota. A forma de falar e expressar do jovem evoluiu. As gírias que se ouvia tanto antes, hoje não são entendidas.

Pode parecer triste, mas não é!

Mas isso é uma prova de que a língua portuguesa está mais viva do que nunca. E que sempre estão surgindo novas palavras para expressar, sentimentos, nominar novos objetos, e assim por diante.

Afinal, o que é gíria?
Lembrando que, gíria é um vocabulário especialmente criado por um determinado grupo ou categoria social, com o objetivo de servir de distinção do resto da sociedade.

Excluindo assim os indivíduos externos a esse grupo, uma vez que costuma resultar numa linguagem não usual aos demais. As Gírias do passado tinham também a característica de identificação de grupos de jovens.

O que é Gíria ?
Abaixo temos uma tabela gentilmente nos cedida para compartilhamento, pelo Portal Só Português, que aliás vale a pena uma visita. Na tabela temos algumas gírias antigas e seu significado.

Logo abaixo vamos mergulhar mais fundo em gírias dos anos 70 e 80.

Tabela de palavras do antigas
Gíria
Significado
À beça Pra caramba
Bacana Bom, bonito
Barato Excelente
Barra limpa Fora de perigo
Batuta Algo ou alguém legal
Beca Roupa elegante
Bicho Amigo
Boa pinta Pessoa de boa aparência
Bode Confusão
Borocoxô Tristinho
Botar pra quebrar Causar, acontecer
Broto Mulher jovem e atraente
Bulhufas Absolutamente nada
Cafona Fora de moda
Carango Carro
Careta Pessoa conservadora
Chapa Amigo
Chato de galocha Pessoa muito irritante
Chocante Legal
Dançou! Perdeu!
Dar no pé Ir embora
De lascar Situação complicada, difícil
Do arco da velha Algo antiquado
Dondoca Mulher da alta sociedade
É fogo! É difícil!
Estourar a boca do balão Arrasar, extrapolar
Fichinha Algo fácil
Gamado Apaixonado
Grilado Preocupado
Ir na onda Acompanhar
Joia Legal
Pão Homem bonito
Patavinas Absolutamente nada
Patota Turma, galera
Pé de valsa Indivíduo que dança bem
Pega leve! Devagar!
Pindaíba Sem dinheiro
Pintar Aparecer
Pode crer! Acredite!
Pombas! Expressão que denota surpresa ou indignação
Pra frente Moderno
Quadrado Conservador
Sacou? Entendeu?
Serelepe Alegre
Supimpa pra dedéu Algo muito legal
Transado Com visual bonito, moderno
Traquinas Criança aprontona
Tutu Dinheiro
Um estouro! Algo grandioso
Xuxu beleza! Tudo bem!
Gírias nos anos 70

Gírias nos anos 70
É fato que os anos 70 são muito conhecidos como a era da pacificação, do flower power, o psicodelismo e as discotecas alucinantes. Além, é claro do mundo conhecer a guerra do Vietnã. Mas esse não é nosso assunto agora.

A partir deste período de liberação política e cultural, todas as gírias acabaram proliferando e muitas delas foram totalmente incorporadas a devida linguagem do dia a dia, estas que são faladas até mesmo nos dias de hoje.

Incrível isso!

Outras acabaram caindo ao desuso, e dificilmente são devidamente reconhecidos por gerações mais novas.

Se você se utiliza de gírias como por exemplo “à beça” E “pra chuchu” algumas das gírias você conhece. Por isso ireos logo abaixo citar alguns dos termos mais divertidos utilizados dos anos 70.

Confiram algumas gírias exclusivamente dos anos 70



Gírias nos anos 80
São muitas as pessoas que consideram a década de 80 como uma verdadeira efervescência cultural e musical.

E até hoje inclusive são realizadas muitas festas temáticas que lembram tudo o que há de melhor e que foi produzido ao longo daqueles anos. Como herança daqueles tempos, as gírias dos anos 80 ainda podem ser ouvidas por ai.

Quem era jovem nos anos 80 gosta muito de lembrar de músicas diversificadas, programas de televisão, minisséries, rock nacional, filmes que até hoje fazem sucesso, das roupas e sapatos que não existem mais. Enfim, tudo o que pode remeter a década.

Mas e quanto as gírias daquela época?

Eram expressões diferenciadas e informais que caíam na boca dos jovens e todo mundo procurava colocar uma gíria no meio da conversa.

Algumas das expressões acabariam desaparecendo já que acabaram caindo em desuso, porém a grande maioria das pessoas permanecem hoje e ainda são incorporadas ao linguajar de quem está acima dos 30 anos de idade.

Você deve ter ouvido que uma pessoa é “careta”, e que fulano(a) está muito “gamado(a)” por aquela garota ou garota, ou ainda que você está com um devido “grilo” na cabeça.

Ou ainda quem sabe, que aquele seu amigo “virou a casaca”. Que seu chefe é um “mala” e seu colega de trabalho é um “baba ovo”. Todas estas gírias são dos anos 80.




AS TENDÊNCIAS DA MODA NOS ANOS 2000



No início do século 21, o mundo viveu seu período experimental - experimentalismo nas artes, nas tecnologias e na moda: nos anos 2000, a partir da máxima “nada se cria, tudo se copia”, não havia limites para o experimentalismo nas combinações e releituras de tendências passadas. Os cabelos, agora, eram lisos. As peças eram, em sua maioria, monocromáticas e em cortes minimalistas. Podiam-se misturar chapéus fedora, top croppeds, colar de miçangas, calças de moletom, botas de caubói, óculos de lentes coloridas, plumas e paetês. As infinitas possibilidades de combinações revelavam diversão, liberdade e democratização. Brega? Talvez. Mas não negue: ao menos uma dessas tendências esteve presente no seu guarda-roupa. Viaje no tempo relembrando o que era moda nos anos 2000.


Calças Saint-Tropez

As calças Saint-Tropez (cintura baixa) foram criadas na década de 1960, porém foi nos anos 2000 que dominaram as ruas, vitrines e passarelas: as calças possuíam cinturas extremamente baixas e eram ornamentadas por cintos largos (e, não raro, pequenas correntes). Embora fossem usados variados modelos (skinny, capri, estilo militar), as calças Saint-Tropez mais populares eram as bocas-de-sino. Inegavelmente, as cinturas baixas eram deselegantes e causaram grande prejuízo estético, deformando os corpos das mulheres e revelando gorduras indesejadas.




Denim

O denim (jeans) estava presente em calças, jaquetas, acessórios e todas as peças imagináveis, da cabeça aos pés. Como esquecer o “massacre” de Justin Timberlake e Britney Spears no red carpet do American Music Awards de 2001? Eram sucessos, também, os modelos jeans patchwork, como o desfilado pelo rapper Sisqo, no VMA de 2000.




Boinas

As boinas de aba larga eram sucesso entre as celebridades.




Avril Lavigne

A Princesinha do Pop Punk, Avril Lavigne, cantou os sentimentos da juventude da primeira metade da década de 2000, e lançou a tendência explosiva da moda “Sk8er Boi” entre adolescentes: peças largas e despojadas, gravatas, bermudões e silhueta andrógena, em contrapartida a sensualidade de cantoras pop como Britney Spears e Christina Aguilera. Avril Lavigne foi uma das mais populares cantoras da década: singles como “I’m With You” e “Complicated” estavam entre as canções mais tocadas de todas as rádios, e o rosto da canadense, estampado em bolsas, camisetas e acessórios.



Conjuntos de moletom

Se hoje moletons são vistos como roupas para dormir, nos anos 2000 eram tendências no cinema, na música e nas ruas.




Gravatas na cintura

As gravatas saíram dos pescoços e foram parar na cintura.




Piercing no umbigo

Barriga à mostra estava entre as principais diretrizes da moda nos anos 2000, e nada melhor do que ter um piercing no umbigo para exibir.




Sobreposições

A tendência das sobreposições, vigente na década de 1990, predominou na década seguinte. Para além das blusinhas com alça, era moda sobrepor vestidos a calças.




Brinquedos dos anos 80 e 90 que ninguém esquece.



Você já teve que parar um jogo no Nitendo porque estava na hora de dar comida para o bichinho virtual? Perdeu horas tentando acertar todas as argolinhas no Aquaplay? Entrevistou sua família no Meu Primeiro Gradiente enquanto eles saboreavam alguma delícia da Sorveteria da Eliana? Se você se identificou com algumas dessas perguntas, certamente foi criança ou adolescente nas décadas de 1980 e 1990.

Nada poderia mais ser divertido do que gastar horas nos joguinho do aquaplay. Tinha argolinha, futebol, basquete...

Playmobil: a diversão das crianças e a inspiração das mães para fazer o corte de cabelo dos filhos.



Especial Fotográfico – Avenida Paulista

Divirtam-se nessa viagem pelo tempo e história da nossa querida avenida!



No final do século XIX, foram instaladas as primeiras indústrias em São Paulo. O dinheiro que movia o café financiou máquinas mais modernas e importou mão-de-obra especializada. Durante essa fase de transição entre os dois séculos, a cidade de São Paulo iniciou seu processo de modernização e foi o principal centro industrial do Brasil, atraindo a alta sociedade advinda do café.

Em um primeiro momento, os senhores do café construíram suas casas no centro da cidade, mas a cidade não parou de crescer. Com o aumento das atividades comerciais e sociais, o centro começou a desenvolver e se tornar um pólo comercial. Buscando um novo lugar onde pudessem construir suas mansões em “paz” e longe de toda a agitação das movimentadas vias do centro de São Paulo, foi construída a Avenida Paulista.


Os ricos senhores do café, os grandes comerciantes e os principais chefes das indústrias construíram elegantes mansões nos lotes oferecidos pela avenida. Condes e barões também moravam na avenida, sendo que o mais famoso deles foi Francisco Matarazzo, oriundo da família mais rica do país à época.

O casarão dos Matarazzo, na esquina com a rua Pamplona, foi, anos depois, substituído por um estacionamento. Do prédio original, atualmente, resta apenas o pórtico da entrada. Aconteciam grandes eventos nas vias da Paulista como: corridas de charrete, corridas de cabriolé e os grandes carnavais de rua dos anos 20 e 30.

No final da década de 1920, seu nome foi alterado para Avenida Carlos de Campos, em homenagem ao ex-governador do estado de São Paulo, mas o povo não gostou e então o nome dela voltou a ser Avenida Paulista.

O segundo período da via pode ser compreendido entre os anos de 1938 e 1975. Nessa fase aconteceram importantes mudanças para a avenida que conhecemos hoje.

Durante muito tempo a região da Paulista foi somente residencial e era expressamente proibido construir prédios no seu entorno. Mas em 1952, uma nova lei permitiu a construção de prédios hospitalares, educacionais e órgãos de imprensa e televisão. Além disso, também foi autorizada a construção de cinemas e teatros em seus arredores.

Essa lei, que mudaria para sempre o curso da cidade de São Paulo, foi promulgada pelo então prefeito Armando de Arruda Pereira. Depois, a permissão foi estendida a estabelecimentos comerciais, escritórios, etc.

Outra lei aprovou o plano de alargamento da Avenida Paulista. Dez metros de cada lado da avenida foram demolidos e os prédios tiveram de recuar obrigatoriamente.

A Paulista passou a ter 48 metros de largura. Seus casarões começaram a ser substituídos por edifícios. A avenida começava a ganhar uma nova personalidade: surgiram conjuntos comerciais e de serviços, galerias e lojas de departamentos; foram construídos o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e o Complexo Viário.

Dessa forma, a Paulista transformou-se em um centro comercial, residencial, cultural e de lazer.

Em 1985, todas as mansões da Paulista estavam para ser tombadas pelo seu valor histórico. Mas então, aconteceu um dos maiores crimes contra a cultura da cidade de São Paulo: alguns dias antes da lei do tombamento ser assinada, os donos das mansões destruíram-nas para poder vender seus terrenos, que valiam muito dinheiro.

Caso eles não tivessem feito isso, não poderiam vender nem fazer nada com seus casarões. Uma das poucas mansões que restaram que não foi demolida foi a Casa das Rosas.

Com o passar dos anos, o horizonte da Paulista ficou restrito à calçada oposta. O parque foi informalmente rebatizado Trianon, por influência da fama de uma confeitaria da região, e o vale foi dilacerado pela Avenida Nove de Julho. Atualmente, o único ponto de observação onde os arranha-céus se descortinam é o vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo).


Sustentado por quatro pilares, o prédio do MASP foi projetado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi em cumprimento a uma exigência da prefeitura, que havia imposto a preservação do mirante para a Cantareira como condição para doar o terreno.

Hoje a região é um dos metros quadrados comerciais mais caros do país e um dos mais caros do mundo. A via é predominantemente comercial com poucas intervenções residenciais.

Confira a cronologia histórica dos 100 anos da Avenida Paulista

1891 – Dia 8 de dezembro – Inauguração da Avenida Paulista.

1891 – Construção da residência do Conde Francisco Matarazzo, projeto dos arquitetos italianos Giulio Saltini e Luigi Mancini.

1900 – Eletrificação da avenida e inauguração do bonde elétrico.

1904 – É iniciada a construção do primeiro edifício da Maternidade São Paulo.

1906 – Inauguração do Sanatório Santa Catarina, o mais antigo hospital particular da cidade de São Paulo, que teve como primeiro diretor clínico o austríaco Walter Seng.

1908 – O prefeito Conselheiro Antônio da Silva Prado realiza a primeira transformação no arruamento, alargando os passeios.

1909 – A Avenida Paulista é a primeira via pública asfaltada de São Paulo, com material importado da Alemanha.

1916 – O prefeito Washington Luís inaugura o Belvedere Trianon e o novo sistema de iluminação elétrica.

1927/30 – Alteração do nome de Avenida Paulista para Avenida Carlos de Campos, nome do ex-governador do estado de São Paulo.

1935 – Construção da Casas das Rosas, projeto de Ramos de Azevedo para sua filha Lúcia Azevedo Dias de Castro, tombada pelo Condephaat em 1986.

1938 – Inauguração do túnel da Avenida 9 de Julho.

1950 – Demolição do Belvedere Trianon.

1951 – I Bienal Internacional de São Paulo realizada no Pavilhão Trianon.

1952 – A legislação municipal permite a construção e instalação de prédios institucionais e de serviços na Avenida Paulista.

1956 – Inauguração do Conjunto Nacional com o projeto de David Libeskind.

1957 – Abertura do Restaurante Fasano.

1961 – Inauguração do Cine Astor.

1962 – Modificação de legislação municipal, autorizando o funcionamento de lojas e edifícios comerciais.

1968 – Retirada dos bondes elétricos da avenida. Inauguração do Masp — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, projeto de Lina Bo Bardi.

1972 – O prefeito Figueiredo Ferraz inaugura o Complexo Viário.

1974 – O prefeito Olavo Egydio Setúbal inicia as obras de alargamento da Avenida Paulista.

1979 – Instalação da Fiesp/Ciesp.

1982 – São demolidos os últimos casarões significativos da avenida.

1986 – Inauguração das sedes dos bancos Sudameris e Citibank, projetos do arquiteto Gian Carlo Gasperini.

1990 – Campanha realizada pelo Banco Itaú e Rede Globo elege a Avenida Paulista como “Símbolo da Cidade”. Inauguração do shopping Paulista. Início das operações do Metrô —Ramal Paulista.

1991 – Em novembro, a Praça Marechal Cordeiro de Farias é reformada e ampliada para a comemoração do centenário da Paulista. No dia 8 de dezembro, é comemorado o Centenário da Avenida








"Memórias da Telinha" relembra a "Casa", que foi o primeiro reality de confinamento do Brasil

"Casa dos Artistas"


Dia 28 de outubro de 2001, estreava o primeiro reality show de confinamento do Brasil, a "Casa dos Artistas", apresentado por Silvio Santos no SBT.

Data esta que não foi escolhido por acaso. Projeto sigiloso e guardado a sete chaves, apenas o dono da emissora e pouquíssimos executivos sabiam do que estava por vir, a "Casa dos Artistas" estreou um dia após a edição do "Teleton" daquele ano, que foi ao ar nos dias 26 e 27 de outubro.

Aliás, foi justamente naquele "Teleton" que Silvio Santos deu o tão famoso selinho no cantor Gilberto Gil.

A maratona beneficiente que ocorre anualmente no SBT é sempre sinônimo de movimentação, entra e sai de jornalistas, artistas, funcionários, voluntários. A estreia ter ocorrido no domingo seguinte não foi um mero acaso e todo esse "tumulto" do "Teleton" colaborou para que nada vazasse.

Foi Silvio Santos quem comandou pessoalmente a contratação dos 12 artistas (Bárbara Paz, Supla, Mari Alexandre, Patrícia Coelho, Alexandre Frota, Mateus Carrieri, Taiguara Nazareth, Nana Gouvêa, Núbia Óliver, Marco Mastronelli, Leandro Lehart e Alessandra Scatena) para entrar na casa e exigiu o termo de confidencialidade.

Silvio Santos lançou o programa na surdina e surpreendeu o público ao reunir 12 famosos em uma casa. A repercussão e a pressão da Globo, que acusou o SBT de plágio do "BBB", impulsionaram a audiência da atração, a maior da história da emissora, A primeira "Casa" durou sete semanas e foi gravada em um imóvel colado à mansão de Silvio Santos no Morumbi, bairro nobre de São Paulo, com 33 câmeras e 35 microfones. Os competidores descobriram que foram vizinhos do apresentado somente após o programa. Aliás, eles nem desconfiaram que ficariam presos em uma residência




Reclames Publicitários - Comerciais antigos (Anos 1920 até 1970)



Uma viagem no tempo através dos comerciais dos anos 1920 até 1960. Inicialmente com propagandas impressas de jornais e depois entrando de fato nos comerciais televisivos.
Nessa compilação podemos ver alguns atores no começo de suas carreiras, como Cláudio Marso, Jô Soares, Tarcísio Meira e Glória Menezes, entre outros.


Melissa

Relembre modelos icônicos da marca


Criada em 1979 por Alexandre e Pedro Grendene após uma inspiradora viagem à Riviera Francesa, a Melissa se tornou referência em calçados de plástico, sempre inovando no design e nas parcerias.

Relembre alguns dos modelos que fizeram história



ATARI



Atari, Inc. é uma empresa de produtos eletrônicos, e uma das principais responsáveis pela popularização dos Video games. Foi fundada em 1972 por Nolan Bushnell e Ted Dabney, e no mesmo ano começou a produzir em massa máquinas que reproduziam o jogo Pong.

Durante os anos de 1970[1], a Atari se destacou ao produzir dezenas de jogos para arcade. Tempo depois, Nolan Bushnell vendeu a empresa para a Warner, que tinha feito uma oferta irrecusável. Com o passar do tempo, houve um certo "choque" entre a nova direção e Nolan Bushnell por causa do modo diferente dele administrar a empresa, e também irritando os magnatas que tinham comprado a companhia. Isso culminou com Nolan Bushnell sendo despedido. O primeiro console foi o Atari VCS (Video Computer System), produzido em 1977. Seu preço era alto demais (em torno de 200 dólares), e uma sucessão de novos consoles foi lançado para tentar estabelecer uma fonte de renda segura, até que, em 1978, lançou o Atari 2600, de longe seu maior sucesso (e posteriormente o ícone da empresa). Novos consoles com mais recursos foram lançados posteriormente (como o Atari 5200, o portátil Lynx, e o mais recente Jaguar), mas nenhum chegou perto das marcas de venda alcançadas pelo 2600 durante os anos 80. Havia centenas de empresas produzindo jogos (que chegavam aos milhares de títulos) para o 2600, entre elas a SEGA, a Coleco, e a Nintendo. As vendas começaram a cair nos Estados Unidos entre 1983 e 1984. No Brasil foi lançado em 1983 pela Gradiente e continuou como o vídeo game mais popular até o final da década, quando a SEGA entrou no mercado com o Master System. Ainda assim, é possível encontrar até hoje programadores e pequenas empresas produzindo novos jogos compatíveis com esse console.

O insucesso frente às grandes marcas surgidas a partir da "terceira geração" de video games de 8 bits causou problemas financeiros na Atari. No início dos anos 90, a companhia investiu no portátil Lynx, que não teve a mesma aceitação que o concorrente Game Boy, da Nintendo. Em 1993 lançou, em parceria com a IBM, o Jaguar, console de 64 bits, e o mais avançado de seu tempo. Mas a carência de jogos e o alto preço do aparelho fez com que as vendas nunca decolassem, sendo mais tarde eclipsado pela Nintendo com o Nintendo 64, bem como pela Sony, com o seu primeiro console, o PlayStation.

Ao longo dos anos 90, a inabilidade da Atari em acompanhar o mercado de consoles culminou com a venda de suas divisões para diversas empresas de informática, terminando com a venda da própria marca para a Infogrames em 2001. Desde então, esta empresa usa o nome e o logotipo original da Atari em seus produtos, e assim produziu jogos de sucesso, como a série Civilization.



ANGÉLICA FAZ CONTAGEM REGRESSIVA PARA 30 ANOS DE 'VOU DE TÁXI'

Primeiro hit musical da apresentadora foi lançado em 4 de outubro de 1988




Angélica está em contagem regressiva para o aniversário de 30 anos de Vou de Táxi, seu primeiro hit. Lançada em 4 de outubro de 1988, a música se tornou um marco na trajetória da apresentadora, Vou de Táxi faz parte do primeiro álbum lançado por Angélica, nos tempos em que ela comandava o programa Clube da Criança, na extinta TV Manchete.


Dez perfumes usados nas baladas de antigamente.

Hits perfumados das pistas de dança das décadas passadas.


Quem ia pra balada desde os tempos da disco music, passando pelo new wave dos anos 80 e chegando nos flash-house dos anos 90, tinha poucas opções de perfumes que poderia usar. A variedade de fragrâncias disponíveis no país não era tão farta como hoje em dia, e as poucas marcas que disputavam o mercado viraram hits na noite paulistana.

Relembre alguns dos perfumes mais usados dos anos 70 aos 90. Alguns deles se firmaram no mercado e se mantém até hoje, outros simplesmente foram esquecidos.

Styletto, do Boticário
Lançado em 1985, foi a primeira colônia masculina da marca, com toques de patchouli e musgo de carvalho. Ainda pode ser encontrado hoje em dia.


Rastro
Lançado em 1965, foi criado pelo estilista e artista plástico Aparício Basílio da Silva, dono da boutique Rastro na Rua Augusta desde 1956. O perfume teve seu auge nos anos 70 e 80.



Opium, de Yves Saint Laurent
Versão masculina e feminina, foi lançado em 1977. De inspiração oriental, o perfume causou até processos no mundo todo por conta de seu nome, que poderia fazer apologia ao uso de drogas. Continua no mercado até hoje.


Toque de Amor, da Avon
Colônia feminina lançada em 1977, já saiu de linha diversas vezes, mas sempre acaba voltando, inclusive com outros produtos, como creme e desodorante, com a mesma fragrância que é sucesso entre as mulheres há 40 anos.


Wild Musk, de Coty
Lançado em 1972, ele foi sucesso indiscutível nos anos 70 e 80. Diziam que sua fragrância era extraída da glândula de um animal ainda vivo, e em 1994 houve reformulação na matéria prima, para que isso não fosse mais feito.


Tarot, da Natura
Perfume feminino lançado em 1985, facilmente confundido com um perfume masculino, por conta de suas notas de bergamota, noz-moscada e limão, geralmente presentes em perfumes para os homens.


Giovanna Baby
Perfume adocicado que agradou principalmente meninas adolescentes dos anos 80. Tinha notas de alecrim, gerânio, rosa e lavanda.


Azzaro Pour Homme
Perfume masculino lançado em 1978, de toque amadeirado, ainda é um dos mais vendidos até hoje.


Sr N, da Natura
Lançado em 1981, é um perfume masculino cítrico de forte apelo, que se tornou um clássico assim que foi lançado.


Ma Griffe, da Carven
Já bastante antigo no mercado internacional (é de 1946), o perfume feminino Ma Griffe viu seu auge no Brasil a partir dos anos 70. É inspirado nas flores favoritas da Madame Carven, gardênia, jasmin e rosa.




Vale Tudo

Corrupção e falta de ética conduziam Vale Tudo, que denunciava a inversão de valores no Brasil do final dos anos 1980.





Curiosidades que mostram como os anos 70 foram loucos


  1. A geração iPhone nem sonha, mas o primeiro celular do mundo – criado em 1973- era esse trambolhão aí da foto. (Ah, vale lembrar que ele só servia para fazer ligações mesmo)


2) Para o terror das crianças da época, o filme Exorcista era lançado


3) Várias bandas iniciavam suas jornadas, entre elas, ACDC, KISS (foto), Aerosmith, Queen, Secos e Molhados

4) ELVIS fazia o primeiro show transmitido via satélite


Por essas e por outras que os anos 70 foram loucos!



Menudo quem não se lembra?



No inicio da década de 80 em 1984 para ser exato, ouvi pela primeira vez a musica deste grupo de garotos o Menudo, de Porto Rico.Na época em que eles explodiram aqui no Brasil as meninas iam a loucura. Eu confesso que ficava com muita raiva pois estava começando a paquerar e as meninas do falavam deles, ficavam comparando os meninos com componentes do grupo. A formação que me lembro era essa: Charlie, Ray, Roy, Rick e Robby.

Menudo o Fenômeno
O Menudo foi um fenômeno na America Latina. No Brasil, por exemplo, arrastou milhões de adolescentes de todas as classes sociais, que formavam milhares de fãs-clubes, numa extensão comparada apenas à beatlemania no mundo. O Menudo na década de 1980 era o grupo musical de maior visibilidade na mídia brasileira, os garotos porto-riquenhos apareciam a maior parte do tempo em programas televisivos, de rádios,revistas, jornais, enfim toda a imprensa específica para celebridades estava voltada para o fenômeno artístico Menudo. Nesta época, os membros de Porto Rico chegavam a fechar os mais caros hotéis no país apenas para seu staff, os shows só podiam ser realizados nos maiores estádiosde futebol das principais cidades brasileiras, devido ao imenso tamanho do público; e produtos como camisetas, bottons, álbuns, pôsteres, etc. vendiam tanto, que o grupo se sustentaria apenas com a venda destes, sem mencionar os shows e discos.



Na época que o Menudo atingiu seu apogeu na América Latina, seus componentes eram – os então adolescentes – Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e Ricky Melendez, porem, meses depois foi sucedido por Ricky Martin (ainda famoso, sendo na época de pré-adolescente). Cada um deles tinha sua própria legião de fãs, para as quais eles cantavam músicas em espanhol, inglês ou português, como a romântica “If You’re Not Here” (que depois, foi traduzido para “Se Tu Não Estás”) ou então as bem dançantes, como a inesquecível “Não se Reprima” com sua coreografia característica. Vamos relembrar?


A história da Disco Music




Assim como outros gêneros musicais, não é possível afirmar com exatidão seu nascimento, mas, suas origens remetem aos anos 60. Naquela época, a Black Music passava por grandes transformações. Apesar de sua força criativa, dificilmente chegava ao grande público. Era uma época de grandes conflitos raciais, com uma distinção entre o que era cultura para brancos e negros.
Conforme o movimento pelos direitos igualitários ganhava força, aos poucos, os negros americanos começaram a ganhar espaço no universo dominado por brancos. A Soul Music engatinhava seus primeiros passos ‘fora da casinha’.
Neste momento, produtores, arranjadores e maestros começaram a criar sons, que se diferenciavam pelo aumento do tempo do compasso e do uso de cordas, adicionando energia e excitação. As batidas ritmadas como a do coração, a percussão abundante, os arranjos vocais requintados, arranjos rítmicos de alto trompete e de corda foram os primeiros fundamentos do que se tornaria a Disco Music.
Outros músicos seguiram o exemplo e começaram a experimentar novos arranjos com instrumentos de sopro, flautas, trompetes e cornetas. Chegou o Funk – estilo que se caracterizava por uma batida que tinha um tempo próprio, elementos percussivos mais sofisticados e o sax. Uma vez que o soul e o funk já estavam incorporados pelo público negro, faltava um elemento que definiria o gênero: o jazz. Utilizando uma percussão mais latina, ele envolveu o soul com um sentimento mais pop. Esta união ‘soul’+’funk’+’jazz resultou na Disco Music.
A primeira gravadora responsável pelo movimento foi a Salsoul Records, na Filadélfia, que misturava música latina, salsa, soul e arranjos orquestrais.
Era o momento para o novo estilo musical. O cenário pop era dominado pela grandiloquência dos grupos de rock progressivo, com álbuns que flertavam com a música erudita. Isto começava a cansar o público. Enquanto na Inglaterra surgia o movimento Punk, com os jovens usando roupas de couro preto, cabelos raspados e contestando violentamente os valores da sociedade, na América, os ares eram outros. Era o momento da vibração sexy, leve e contagiante da Disco Music.

A revista Rolling Stone escreveu o primeiro artigo sobre o gênero, em setembro de 1973, assinado pelo jornalista Vince Lettie. Um ano depois, Nova York inaugurava a WPIX-FM, a primeira rádio exclusiva de disco music.

A televisão levou o gênero para as casas da classe média. Criado por Don Cornelius em 1971, o programa de televisão ‘Soul Train’ foi o primeiro a fazer a transição dos artistas do Soul para a Disco. Na sequência surgiram ‘Disco Step-by-Step Television Show’, ‘Disco Magic/Disco 77’, ‘Soap Factory’ e ‘Dance Fever’, apresentado por Deney Terrio – creditado como preparador musical de John Travolta para seu papel em ‘Os Embalos de Sábado à Noite’.

Os templos
Nos primeiros anos da década de 1970 em Nova York, disco clubs (discotecas) eram espaços exclusivos para minorias – leiam-se homossexuais, negros e latinos. Estes lugares garantiam a diversão sem o julgamento social ou a perseguição policial. No meio da década, porém, as principais cidades americanas tinham suas casas.

Com a inauguração do Studio 54 em abril de 1977 em Nova York, o termo Disco (abreviação do francês Discothèque) ganhou o mundo. Outras casas foram a ‘Xenon’, ‘The Loft’, ‘Paradise Garage’, ‘Copacabana’ e o ‘Aux Puces’ – uma das primeiras voltadas exclusivamente aos homossexuais.

O gênero ganhou tanta força, que algumas cidades montavam cursos com dançarinos profissionais para ensinar a ansiosos alunos os passos para se tornar o rei ou a rainha das pistas de dança.

Primeiros Hits
Mesmo não sendo conhecida como Disco, ‘Love Train’ (1972), do grupo The O’Jays, é considerada a primeira representante do gênero. Ela chegou a Billboard Hot 100. Em 1974, ‘Love’s Theme’, de Barry White se tornou a segunda canção disco a atingir a parada. No mesmo ano, ‘Shame, Shame, Shame’ (Shirley & Company) e ‘Rock The Boat’ (Hues Corporation) ganharam espaço nas rádios.
Somente em 1975, com a canção ‘The Hustle’ (Van McCoy), que a Disco Music chegou nas pistas de dança. A canção liderou o chart da Billboard, chegou a 3ª posição no Reino Unido e ainda ganhou um Grammy. Ano de ‘Kung-fu Fighting’ (Carl Douglas – single mais vendido), ‘Rock Your Baby’ de George McCrae e ‘Never Can Say Goodbye’, de Gloria Gaynor – regravação do The Jackson 5’s, que se tornou a primeira canção a figurar na recém-criada categoria ‘Dance’ da revista Billboard, onde permaneceu por quatro semanas.

Apesar de produzida um ano antes, ‘Shame, Shame, Shame’ também fez sucesso na época. Também foi o ano de ‘Get Down Tonight’, da banda americana KC and The Sunshine Band, que lançaria outros hits dançantes nos próximos quatro anos.

A Rainha
1975 foi o ano da coroação da Rainha da Disco Music: a cantora e compositora Donna Summer. Produzida por Giorgio Moroder, ela gravou ‘Love to Love Your Baby’, que continha uma série de reproduções de orgasmos. O produtor não dava nada para a canção, mas quando começou a tocar nas pistas de dança, rapidamente se tornou uma sensação, garantindo quatro semanas no primeiro lugar no chart da Billboard. Com o sucesso, a canção ganhou uma versão de 17 minutos.

Nos próximos cinco anos, Donna cravou 10 canções no primeiro lugar na parada dance – feito inigualável por qualquer outro artista. Outros nomes que tentaram roubar sua coroa foram Thelma Houston, Grace Jones, Alicia Bridges, Tina Charles, Yvonne Ellimar, France Joli, entre outras.

Álbum Mais Vendido
No dia 14 de dezembro de 1977 estreava nas telas o musical ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, que contava a estória de Tony Manero, um vendedor de loja de New Jersey que se transformava em rei nas pistas de dança.
Estrelado por John Travolta, o filme custou parcos U$ 3.5 milhões e rendeu U$ 237.113.184 milhões. Foi o fenômeno da década, influenciando comportamento, moda, beleza, etc.


Produzida pelo grupo australiano Bee Gees, a trilha sonora entrou para a história com 15 milhões de cópias e quinze discos de platina. Até 1992, era a trilha sonora mais vendida da história. Com a chegada do arrasa-quarteirão estrelado por Whitney Houston, passou ao segundo posto – lugar que mantêm até hoje.



5 provas de que estamos vivendo nos anos 80 novamente...


Os anos 80 são, culturalmente, uma das fases preferidas de muita gente, por conta de sua música, filmes e personagens criados naquela época. A nostalgia sempre foi mantida, mas, nos últimos tempos, você às vezes não se sente imerso naquela década?...

Repare só. Alguns personagens de TV ainda são os mesmos. Filmes e séries ganham remakes, filmes ganham sequências e até a realeza britânica voltou a ser "cool". Confira abaixo, então, algumas "provas" de que os anos 80 estão aqui:... 


Balão Mágico

O Balão Mágico, grupo musical que fez sucesso nos anos 80, criou um verdadeiro alvoroço ao retornar após 30 anos longe dos palcos... 


Paulo Ricardo no Faustão

Lá atrás, era com o RPM e sua cara de galã que Paulo Ricardo tinha motivos para aparecer no "Domingão do Faustão". Agora, ele vem se "transformando" em outros astros no "Show dos Famosos", dando nova vida a gente como Frank Sinatra e Gene Simmons. Quem diria.


Musas dos anos 80

Não faltam mulheres da década de 1980 que até hoje se mantém como notícia - seja pela beleza, ou pelos assuntos que movimentam. De Bruna Lombardi e Luiza Brunet a Cláudia Raia e Maitê Proença, vale lembrar até que Rita Cadillac e Gretchen seguem sendo muito faladas.


A volta dos LPS e K7s

Lá atrás, antes dos CDs, o lance era comprar LPs para a vitrola e, mais tarde, fitas K7. Passe para 2018 e o que temos são os CDs em crise e plataformas de streaming dominando o mercado. Mas não é que LPs e K7s voltaram. Os primeiros tem certo mercado para colecionadores, apesar do preço salgado e ganharam lojas e lançamentos novinhos nesta mídia. Já a prosperidade da volta dos K7 ainda é uma incógnita


Stranger Things

Uma das séries que mais puxou o clima dos anos 80 foi "Stranger Things", com seu elenco mirim vivendo naquela época. De todos os detalhes de figurino e cenário a uma trilha sonora caprichadíssima, o seriado aumentou o hype pelos temas oitentistas e segue em alta na Netflix.




5 coisas dos anos 90 que você nem lembrava que já existiram


Não sei se vocês já perceberam, mas está rolando uma volta dos anos 90. Calça jeans de cintura alta, camisa amarrada na cintura, cropped e tênis. Sem falar na febre do Pokémon Go, que levou esse retorno dos ’90s a um outro nível!


  1. Entretanto, antigamente, a galera capturava Pokémons de um jeito um pouco diferente: através de cards. Já era uma loucura! Mas causava menos acidentes, precisamos confessar.



2. Champion Troca Pulseira? Que nada! Muito antes da tendência dos relégios supercoloridos, existia uma marca chamada Baby-G e, se você não tivesse um dos modelos abaixo, você não era cool o bastante. O problema é que ele não era assim tão em conta. Aí, complicava, né?



2. Calma, não se assustem, isso não é um monstro pré-histórico! Antigamente, existia uma coisa chamada retroprojetor. Você imprimia a apresentação do trabalho em uma folha transparente, colocava no aparelho e ela era refletida no telão. Ainda tem um desse na sua escola? Sempre tem um perdido por aí…


3. Pirulito com chiclete não chegava nem aos pés do Push Pop. Era tão legal colocar o dedo indicador no centro da embalagem e empurrar o bastão para cima! A única parte chata é que o dedinho suava e ficava todo molhado. Eca!


4. Os perfumes Ma Chérie e Thaty, da O Boticário, eram o verdadeiro cheirinho da riqueza. E se você fechar os olhos e se concentrar, ainda consegue sentir o aroma (da nostalgia)!


5. Apple? O que é isso?! A última novidade eram os computadores Compaq coloridos. Era possível trocar a cor da capa que revestia a CPU. Tinha laranja, verde, vermelho, roxo… Vocês, jovens, nem sabem o que é isso, né? (risos)



Moda Anos 80: Intensa, inovadora e eclética


Se você acha que é novidade juntar blazer com short e camiseta, saiba que não é… Na moda anos 80, essa tendência era muito comum.



Em 1980, as mulheres conquistavam cada vez mais espaço no mercado de trabalho. O blazer apareceu no guarda-roupas das executivas como forma de igualá-las aos homens.

A peça era quadrada, com ombreiras pesadas, bem diferente dos modelos de hoje. Mas logo começou a compor looks mais descontraídos.

E não foi só isso! Para entender um pouco mais sobre a moda oitentista, é preciso voltar no tempo e visualizar o final do período anterior, a moda anos 70. O panorama social e fashion dos últimos momentos da década de 1970 mais precisamente.

Em 1977, com o sucesso do filme “Os Embalos de Sábado à Noite, a discoteca estava com tudo, tendo no ator John Travolta a grande estrela. O personagem dele exibia conjunto de paletó e calça branca em uma das cenas mais memoráveis da produção, que virou hit em pouco tempo.



Naquele tempo, a ordem era dançar, dançar e dançar. Para isso, as pessoas usavam calças boca-de-sino e plataformas.

No Brasil, a moda Disco ganhou força com ajuda da novela Dancin’ Days, exibida em 1978 pela Rede Globo de Televisão. O destaque dela era uma mulher, Júlia, interpretada pela atriz Sônia Braga.

Ela ditava as tendências, que incluam meias soquete usadas com sandália e roupas metalizadas.



Enquanto a galera soltava o corpo com muito brilho e colorido nas danceterias, lá na Inglaterra, o marco de despedida dos anos 70 não tinha nada desse tom descontraído e alegre. O movimento Punk trazia tachas, alfinetes, jaquetas de couro e cabelos espetados.

A estética foi influenciada pela estilista Vivienne Westwood e Sid Vicious, ex-baixista da banda Sex Pistols, era o maior ícone do movimento.


A moda anos 80: movimentos, música e expressão



Portanto, a moda anos 80 começou com essa mistura de situações, ideias, comportamentos e estilos.
O Punk, por sua vez, abriu caminho para outra tendência musical e visual que seria notada praticamente durante toda a década, o New Wave.

Na verdade, há quem diga que este movimento começou ainda no final dos anos 70, lá nos Estados Unidos, juntando elementos do Punk e do chamado Glam Rock andrógeno.

Na prática, isso significava vestir coisas vibrantes, cítricas, muito chamativas, mas com os cabelos espetados e cheios de gel, além de looks com uma pegada masculina.

A moda anos 80 que trazia essa vibe teve como ícones as cantoras Nina Hagen, Cyndi Lauper e as bandas Talking Heads, B-52’s e Blondie.

A estética New Wave era colorida, fluorescente. Em conjuntos ou peças misturadas, o importante era brincar com as tonalidades e os materiais das roupas e acessórios.

Os tecidos, que já vinham em pleno processo de inovação na década anterior, ficaram cada vez mais surpreendentes. O strech, que é usado até hoje, foi um dos hits oitentistas. Naquele tempo, proporcionava um ar futurista às peças. Quem diria…

Impossível falar da moda anos 80 sem lembrar dos astros do pop Michael Jackson e Madonna, grandes influências no cenário fashion.

O primeiro caprichava em jaquetas extravagantes, cheias de zíperes. Já Madonna abusava do tule, ombreiras, minissaias, leggings, meia arrastão make pesada.


A moda anos 80 vai muito além…Também teve espaço para a moda aeróbica e suas polainas, roupas de lycra e colantes. Afinal de contas, não bastava estar bem-vestido e ser bem-sucedido; era preciso ter um corpo bonito e saudável para alcançar o sucesso pleno.

Os anos de 1980 tinham como marca o exagero, a ostentação, o luxo, o poder e o status. Com certeza, uma palavra só não conseguiria definir um período tão intenso que continua atraindo olhares até os dias de hoje.











Sítio do Picapau Amarelo (1977) - Primeiro Episódio



O Sítio do Picapau Amarelo foi ao ar em 1977. Nesse ano, a primeira historinha adaptada a ir ao ar foi "O Picapau Amarelo", um episódio piloto que teve ao todo 90 capítulos. Abaixo, você poderá conferir a narração (sim, o programa quando começou tinha narrador) do primeiro capítulo do primeiro episódio.

“Longe, muito longe dos edifícios altos e das cidades grandes, num lugar em que não há máquinas ruidosas para demolir o velho e construir o novo em nome de uma febre que se chama progresso; num pedaço de terra, em que a paz e o sossego ainda são muito mais importantes do que um arranha-céu ou do que qualquer aparelho de conforto, no ramal desconhecido de uma velha ferrovia esquecida junto a um povoado tranqüilo e pacato existe um sítio que só mesmo a imaginação de um homem genial poderia ter criado.

É lá que a prodigiosa Tia Nastácia cuida das flores com o mesmo carinho que prepara os bolinhos mais deliciosos do mundo; é lá, que numa casinha simples vive Dona Benta Encerrabodes de Oliveira, a mais feliz das vovós e sua neta Lúcia, a menina do narizinho arrebitado – Narizinho como todos a chamam - e Emília, uma boneca toda desengonçada feita de retalhos pelas mãos da boa Tia Nastácia.Emília é desengonçada sim, mas é a boneca de que Narizinho mais gosta e este lugar tão feliz, tem um nome encantado. É lá O SITIO DO PICA PAU AMARELO”.

Wilson Rocha: um programa se faz com Lobato e imaginação

Quando foi ao ar, em 1977, o Episódio O Picapau Amarelo, o formato do programa ainda não estava definido. Não havia as famosas vietas que abriam os títulos dos episódios; os episódios eram narrados e eram compostos da seguinte fórmula de produção: imaginação e textos de Monteiro Lobato. Os primeiros noventa capítulos que abriram a série de 1977 e encantaram o público do país inteiro contavam as histórias dos livros Reinações de Narizinho( a parte da ida ao Reino das Águas Claras) e Caçadas de Pedrinho ( uma breve introdução da história da caçada à onça e a historinha do Quindim).
Em entrevista, o autor Wilson Rocha nos conta a sua experiência em por ao ar essa divertida história:
“Quando o Sítio começou, os autores éramos apenas eu, o Paulo Afffonso Grisolli (recém falecido), e - por um curtíssimo espaço de tempo, o Giuseppe Ghiaroni. Logo o Ghiaroni saiu para o SBT, e ficamos eu e o Grisolli. Esse "episódio" contínuo não era bem como você diz. Eu e Grisolli íamos narrando por nossa conta, sem a exata ordenação de que personagem é criado, quem aparece e quando...Não havia uma sinopse. O líder dessa fase era o Grisolli, com quem eu trabalhava grudado, e o Ghiaroni era mais uma espécie de caudatário da dupla, que contribuía com excelentes idéias, mas que - do mesmo modo que eu - não conseguia conter o ímpeto criativo do Grisolli, sempre brilhante e incontrolável. Lembro que inventamos um cara que ficou preso numa urna (vaso) árabe, e que viajava como presente de parentes para o Elias Turco, e nunca conseguia chegar ao arraial de Tucanos. Lembro de uma família italiana maluca, que, como a tal urna, jamais esteve em Lobato. No meio disso a fuga de um rinoceronte, que ia parar no Sítio, e se torna Quindim. Era muito divertido, mas não era Lobato puro. O que nós fazíamos era uma série contínua e com pouco Lobato. Mas, naquela fase minha com o Grisolli, a direção da Globo teve o bom senso de nos mandar parar com a "loucura" e voltar a Lobato, e com episódios fechados de 20 a 30 capítulos, como ficou até o fim. Eu e Grisolli fizemos assim 70 capítulos, e, porque reagiu e não concordou, o Grisolli foi afastado, e, para escrever pouco mais de um ano, sem nenhum contato comigo, veio o Benedito Ruy Barbosa, que depois também saiu, dando lugar ao Marco Rey e ao Sylvan Paezzo, que criaram comigo pelo resto dos dez anos que o Sítio durou. Como te disse, não há sinopse geral. Cada um dos 70 capítulos teve uma longa e detalhada escaleta de assuntos, pela qual mais ou menos se podia saber o que acontecia em cada um.”



coisas que só as adolescentes dos anos 90 sabem


Como era legal responder cadernos de enquete.


E como era divertido escrever na sua agenda.


Como era duro decalcar figurinhas Ploc Monsters SEM NENHUMA FALHA nas margens do caderno.


Como era um prazer tirar a Capricho do plástico.



E, quando o dinheiro não dava, comprar uma similar.


Como era um barato (e barato) pintar o cabelo com papel crepom.



5 Fotos que somente quem cresceu nos anos 90 vai entender


Quando as redes sociais eram assim

Os anos 90 foram uma época verdadeiramente maluca: penteados incríveis, roupas de cores "ácidas" e dispositivos eletrônicos recém lançados à venda.

Só aqueles que viveram sua infância e juventude na última década do século XX podem entender as alegrias e as decepções daqueles anos.

E o sapato mais parecia uma ferramenta de tortura



Quando você é o primeiro garoto do bairro a possuir um computador em casa



Quando seus pais prometiam presentear você com um Super Nintendo ou um Megadrive no Natal e apareciam com isto...


Quando as imagens 3D eram assim


5 provas de que foi incrível crescer nos anos 2000


  1. Quando você era pequeno nada era mais legal que assistir "Bananas de Pijama"


.

2. Ou a versão bebês do "Looney Tunes" <3.

3. Já quem nasceu mais pro fim da década se acabava com o "Pingu".


4. E claro "Teletubbies".

5. Você provavelmente aprendeu a tomar banho assim:



Confira as coisas antigas que os jovens de hoje nunca viram .


A geração de jovens de hoje em dia nem imagina as coisas antigas que as pessoas do passado tinham. A tecnologia, por exemplo, era bem mais restrita e não muito avançada, fazendo com que a vida dos seus tios, tias e pais fossem um pouco difícil.

Confira abaixo uma lista de coisas antigas que os jovens de hoje em dia nem sabem o que é.


Cartinhas na escola


Muitas pessoas antigamente, quando queriam conversar com o colega durante a aula, mandavam cartinhas deste jeito. Pois é! Naquele tempo o Whatsapp não estava nem perto de ser o queridinho das pessoas.


Telefone de fio

O telefone de fio em si não tinha nenhum problema. O que as pessoas mais odiavam era essa partezinha, porque ela enganchava em tudo!


Internet discada

Na década de 90 a maior novidade tecnológica era a nossa querida internet. Mas quando ela chegou ao Brasil, era instalada juntamente com a linha telefônica da casa das pessoas. Então se você quisesse olhar os seus e-mails, tinha que desligar o telefone.


Coleção de CDs

Pode acreditar, mas as pessoas mais velhas compravam os CDs físicos há algumas décadas. As lojas de música viviam cheias quando algum artista estava com novas músicas.

Fitas cassetes (VHS)

Os filmes favoritos do seu avô eram armazenados aí, nesta caixinha preta.


Essa pequena lista mostra como estamos mais evoluídos em relação à estas coisas antigas. Provavelmente quando algum adulta ver essas imagens, várias lembranças virão a mente.


Brinquedos perigosos




Com toda a certeza você já viu aquele selo do Inmetro que garante a qualidade dos produto e atesta sua segurança, e também já viu avisos do tipo “este brinquedo não é recomendado pra tal idade por conter peças pequenas que podem ser engolidas...”, tudo para garantir a segurança do usuário, e claro que você sabe que nem sempre isso foi assim.

A AC Gilbert foi uma das principais fabricantes de brinquedos entre os anos 1909 e 1964. Um de seus primeiros brinquedos foi o conjunto ereto. A ideia foi desenvolvida por Gilbert quando ele estava em uma viagem de trem e passou o tempo assistindo homens erguendo linhas de energia para os trens elétricos. Este foi apenas um dos muitos brinquedos que ele desenhou para ser divertido e ao mesmo tempo educativo, a maioria voltado a ensinar as crianças tudo sobre construção, arquitetura, ciências e física.

Imagine que com $6,50 (dólar) uma criança podia comprar o Kit Gilbert Kaster. O incrível e completamente seguro brinquedo que permitia criar estatuetas de metal fundido e soldados de brinquedo, simplesmente aquecendo um pouquinho de chumbo na singela temperatura de 200 graus Celsius, para que ele “derretesse”e pudesse ser colocado nos moldes. Claro, toda criança sabe manusear metais perigosos (vocês sabem chumbo não serve só pra matar rato, mas pessoas também, né?) e em altas temperaturas!


Ele também criou uma variedade de kits de microscopia e as crianças podiam escolher entre aqueles que incluíam coisas como pedaços de minerais a pedaços de insetos, tudo pronto para exame ao microscópio.

Um cara que permite crianças criarem seus próprios bonequinhos de chumbo e um kit de microscopia, logicamente faria um pelo conjunto de química, esse Gilbert amava as crianças. Com esse conjunto elas podiam experimentar a mistura e aquecimento de produtos químicos, como o nitrato de sódio, cloreto de amónio, e cloreto de cobalto-e alguns mesmo a incluir diferentes tipos de cianeto (esse eu com certeza gostaria de ter).

Naturalmente haveria de ter o Kit Gilbert Glass-sopro, afinal, se eu tenho um kit de química logicamente vou querer fazer meus próprios tubos de ensaio! E com um maçarico, as crianças podiam fazer seus utensílios de vidro!

Agora chega o brinquedo mais incrível da história, o Gilbert U-238, seu Kit de energia nuclear! Ele tinha um curto prazo de uso, mas incluía quatro tipos diferentes de urânio, tornando o brinquedo mais perigoso da história. O kit incluía um contador Geiger (as crianças de hoje nunca irão aprender a usar um medidor de radiação...), uma câmara de nuvem em miniatura e livretos sobre materiais radioativos, como dividir átomos e tudo o que você precisava saber sobre energia nuclear. O Kit foi feito com auxílio do grupo de Ciências BÁSICAS dos EUA.

Havia também um outro folheto que deu as crianças um curso intensivo sobre como encontrar o seu próprio urânio. Afinal, alguma hora ele iria acabar e o Gilbert sabia que isso não era algo que se vendia na barraca da esquina.

Ele era tão bom que incentivou as crianças a procurarem por toda a parte, pois na época o governo americano pagava 10.000.00 dólares para quem encontrasse urânio. E você deve estar se perguntando, quanto valia um brinquedo tão maravilhoso quanto esse? 50 dólares!
(Tenha em mente que a cotação do dólar naquela época era diferente da de hoje, e claro, esse brinquedo era para crianças “ricas”).

Hoje em dia esse Kit é tão raro que vale milhares dólares, ele só foi fabricado por um ano, curiosamente ele causava câncer...

                                        


Após 41 anos, relembre o programa Bambalalão.




O Bambalalão foi um enorme sucesso da Tv Cultura que embalou a infância de muita gente. Estreou em 1977 com módulos gravados e passou a ser transmitido ao vivo do Auditório Cultura em 1982. O programa era voltado para crianças de 5 a 10 anos, tendo como proposta básica transmitir educação informal pela televisão.

Durante o período em que esteve no ar, Bambalalão foi dirigido por, além de Marcelo Amadei, Ademar Guerra, Antonio Abujamra, Arlindo Pereira, Memélia de Carvalho, Roberto Machado, Roberto Miller, Waldemar Jorge e Zita Bressane. A atração infantil como consultor educacional Pedro Paulo.

A turma do bamba era formada por Gigi Anhelli, a apresentadora Silvana Teixeira, que começou como atriz de Telecontos na emissora, o Palhaço Tic Tac, interpretado por Marilan Sales (que saiu em carreira solo, alguns anos mais tarde, indo morar em São José do Rio Preto/SP, de acordo com relato do mesmo), cuja característica principal era seu comportamento infantilizado, e Estabanado, como um moleque desbocado e respondão que, com um leve sotaque nordestino, distribuía apelidos e brincava com todo mundo.

Ainda tinha um intelectual cientista louco interpretado por Chiquinho Brandão chamado Professor Parapopó, aquele que usava sempre um paletó com estampa em xadrez e uma máscara de nariz-bigode-óculos que muitas crianças compravam em feiras-livres. Também fizeram parte da turma, em fases distintas, Helen Helene, Carlos Barreto, Dulce Muniz, João Acaiabe, Gerson de Abreu, Álvaro Petersen.




Além dos apresentadores, o programa ainda contava com os divertidíssimos bonecos Maria Balinha, João Balão, Bambaleão, Macaco chiquinho, Macaca Chiquinha, Sapo Agapito e Boninho, criados por Memélia de Carvalho e Fernando Gomes. A proposta do Bambalalão era que os bonecos falassem da realidade da criança.

O programa era dividido em quadros e estimulava constantemente as crianças através de atividades de lazer e arte, inseridas em jogos, brincadeiras, mímica, teatro e canções infantis compostas por Paulo Afonso, Moacir Júnior e apresentadas por Xyss. Entre os quadros presentes no programa, estavam: "Sessão Matinê", "Os Bambas da Turma", "O Correio" e "Quem Quiser Que Conte Outra", onde Gigi contava histórias criadas por Rosana Rios e Januária Cristina, e, no final de cada uma delas, Gigi sempre falava a frase: "Essa história entrou por uma porta e saiu pela outra, e quem quiser que conte outra!"

Gigi, que comandou o primeiro programa e ficou até sua última exibição comenta com saudade: “Quando me perguntam por que o Bambalalão acabou, nunca sei responder...”.

O programa foi ao ar pela última vez em fevereiro de 1990. Bambalalão ganhou o prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de Melhor Programa Infantil nos anos de 1984, 1985, 1986 e 1987, além de Melhor Programa Infantil da Tv em 1982.

Era exibido ao vivo, das 16h00 as 17h00 de segunda a sexta, focado nas crianças de 5 a 10 anos e fiel as diretrizes da TV Cultura, sendo dirigido por Marcelo Amadei, com roteiro de Rosana Rios e contava com a participação de atores, bonecos, palhaços e garotas.




Turma do lambe lambe



A Turma do Lambe-Lambe, durante os dez anos em que esteve no ar, primeiro pela TVE e depois pela Bandeirantes, ajudou crianças de todo o país a desenhar e se familiarizar com os traços dos grandes mestres.

A apresentação era de Daniel Azulay, que avalia: "O grande diferencial do programa é que era educativo sem ser didático". Como uma espécie de irmão mais velho, Daniel não só ensinava as crianças a desenhar como também foi pioneiro em ensinar a fazer brinquedos com sucata e dobraduras.

O apresentador tinha formidável penetração junto ao público infantil, Azulay procurava estimular a criatividade, despertar o interesse e transmitir conhecimentos, contribuindo, assim, para a formação dos jovens. Além de trabalhar para a capacitação dos jovens, ele procurava fazer da arte um canal de inserção social.

Daniel Azulay rapidamente ficou famoso com sua Turma do Lambe-Lambe, e também lançou seis discos de músicas infantis - um deles com Lucinha Lins e Sivuca, em 1982. Em 1996, após dez anos fora do ar, voltou com o programa Oficina de Desenho Daniel Azulay pela TV Bandeirantes.

Entre os personagens de Daniel Azulay que estavam no programa como bonecos, tínhamos: Ritinha que sonha em ter um negócio próprio; a arteira e confuseira Damiana; a vaidosa e sentimental vaquinha Gilda, O malabarista Tristinho; o tagarela e grande mágico Pita; a galinha cozinheira Xicória que vive servindo de cobaia para o sábio Professor Pirajá, um grande conhecedor de diversas ciências; além do tímido Piparote.

Graças ao programa A Turma do Lambe-Lambe as crianças se divertiam com as situações inusitadas e muito engraçadas vividas diariamente pela turminha, enquanto se debruçavam com o canetão na mão vendo Daniel Azulay desenhar em sua lousa.

 




Há exatos 31 anos o cinema ganhava um clássico pop. O filme Dirty Dancing: Ritmo Quente estreou nas telonas norte-americanas em 21 de agosto de 1987. A história de amor entre Johnny (Patrick Swayze) e Baby (Jennifer Grey) fez muito sucesso e ganhou o mundo. A cena mais lembrada é da dança dos protagonistas ao som de “(I’ve Had) The Time of My Life”. Relembre!








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