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Beyoncé — Reuters
Beyoncé pode estar prestes a surpreender ao levar sua carreira para o universo do rock n’ roll. Segundo análise publicada pela revista Rolling Stone, todos os sinais apontam para que o terceiro ato de seu projeto musical iniciado com o álbum Renaissance (2022) mergulhe nas guitarras distorcidas, na atitude rebelde e na energia crua do rock.
A trilogia musical da artista começou com uma homenagem vibrante à dance music negra e queer, e ganhou uma virada com Cowboy Carter (2024), um disco voltado para o country e a música americana tradicional — desafiando estereótipos raciais e musicais. Agora, tudo indica que Bey está se preparando para subir o volume das guitarras.
Além de já ter flertado com o gênero em faixas como “Don’t Hurt Yourself” (com participação de Jack White), a cantora tem um histórico de homenagens ao rock em suas apresentações ao vivo, interpretando clássicos de Prince, Tina Turner, Alanis Morissette e até The Doors.
Recentemente, um comercial da Levi’s estrelado por ela levantou ainda mais suspeitas: no fim da propaganda, Beyoncé troca um cavalo — símbolo da era country — por uma motocicleta, representando uma possível guinada para algo mais agressivo e ousado.
A cereja do bolo para os fãs da teoria foi seu look de Halloween no ano passado, quando se vestiu como Betty Davis, cantora icônica que rompeu barreiras nos anos 1970 e influenciou nomes como Jimi Hendrix. Beyoncé também já foi indicada ao Grammy na categoria de Melhor Performance de Rock, e, mesmo com controvérsias, mostrou que não se limita a gêneros — e nunca teve medo de expandir sua arte.

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A expectativa para esse próximo ato é alta e, como sempre, a BeyHive está de olhos bem abertos. Tudo o que Beyoncé toca vira ouro… e agora, pode virar também rock.
POR: Tamiris Felix
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