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Cantor porto-riquenho Bad Bunny em show da residência "No Me Quiero Ir de Aquí", no Coliseo José Miguel Agrelot, em San Juan, Porto Rico | 1°.ago.2025 — Fronthouse Media // Divulgação
Consagrado como o grande nome do Grammy 2026, Bad Bunny se prepara agora para outro momento histórico: o show do intervalo do Super Bowl, marcado para domingo, 8 de fevereiro. O convite partiu diretamente da NFL e representa uma exceção importante na postura recente do artista, que vinha evitando apresentações nos Estados Unidos em protesto contra ações do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas).
Poucos detalhes foram revelados sobre o formato da apresentação, o que só aumenta a curiosidade em torno do espetáculo. O quese sabe é que o show deve funcionar como uma vitrine da trajetória de um dos maiores nomes da música global na atualidade — especialmente após a vitória do álbum “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” na principal categoria do Grammy.
Para aquecer o público antes do grande momento, algumas faixas ajudam a entender a força e a versatilidade de Bad Bunny:
Entre elas está “DtMF”, maior sucesso do álbum vencedor do Grammy de Álbum do Ano. A canção mistura plena porto-riquenha, reggaeton e rap, já soma mais de 1,3 bilhão de streams no Spotify e ocupa posição central nos shows da turnê atual.
Outra aposta certa é “EoO”, que garantiu ao cantor o Grammy de Melhor Performance de Música Global. A faixa costuma encerrar as apresentações da turnê e traz referências a trabalhos anteriores do próprio Benito, além de clássicos do reggaeton.
O repertório histórico também deve aparecer. “DÁKITI”, parceria com Jhay Cortez, segue como a música mais ouvida da carreira de Bad Bunny, com números impressionantes nas plataformas digitais e um marco inédito nas paradas da Billboard.
Já “Me Porto Bonito”, sucesso do álbum Un Verano Sin Ti, é uma das músicas latinas mais reconhecidas nos Estados Unidos, tendo alcançado o Top 10 da Billboard Hot 100 e ultrapassado 1 bilhão de visualizações no YouTube.
Por fim, “I Like It”, colaboração com Cardi B e J Balvin, ocupa um lugar simbólico na trajetória do artista: foi seu primeiro número 1 na Billboard Hot 100 e também rendeu seu primeiro Grammy, abrindo definitivamente as portas do mercado global.
Com um repertório que atravessa culturas, idiomas e gêneros, Bad Bunny chega ao Super Bowl não apenas como atração musical, mas como um símbolo da consolidação da música latina no centro da indústria mundial.
POR: Tamiris Felix
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