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O sucesso da turnê Barão Vermelho Encontro ganhou novos capítulos. Após as apresentações que marcaram o reencontro da formação clássica da banda no Rio de Janeiro e em São Paulo, o grupo anunciou três novas datas para os fãs que desejam reviver a trajetória de um dos maiores nomes do rock nacional.
As próximas apresentações acontecerão no dia 14 de agosto, em Campinas, no Royal Palm Hall; em 15 de agosto, no Multiplan Hall, em Ribeirão Preto; e em 12 de setembro, no Terrazzo, em Juiz de Fora. Os ingressos começaram a ser vendidos nesta quarta-feira (3), exclusivamente pela Eventim.
O espetáculo reúne integrantes que ajudaram a escrever a história do Barão Vermelho desde os primeiros anos da banda. Estão no palco Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira. O time conta ainda com a participação especial do guitarrista Fernando Magalhães, integrante da banda desde 1985.
Mais do que uma série de shows, o projeto tem sido encarado pelos músicos como uma celebração da amizade e da própria história do grupo. Mauricio Barros destacou a emoção de voltar a dividir o palco com os antigos companheiros e relembrou os primeiros ensaios realizados ainda antes da chegada de Cazuza ao grupo.
A ausência do eterno vocalista também é um dos pontos mais emocionantes do espetáculo. Segundo Guto Goffi, a lembrança de Cazuza continua muito presente entre os integrantes e transforma cada apresentação em uma homenagem à trajetória construída ao lado do artista, que deixou a banda em 1985 e faleceu em 1990.
O repertório da turnê percorre diferentes fases do Barão Vermelho, incluindo clássicos da época em que Cazuza comandava os vocais e sucessos lançados posteriormente sob a liderança de Frejat. A proposta é apresentar ao público um panorama completo da carreira da banda, que ajudou a moldar o rock brasileiro nas décadas de 1980 e 1990.
As primeiras apresentações da turnê foram recebidas com entusiasmo pelo público e pela crítica especializada. Além da reunião dos músicos históricos, o espetáculo chamou atenção pela estrutura de palco, pelo repertório repleto de clássicos e pela atmosfera nostálgica que tomou conta das apresentações.
POR: Tamiris Felix













