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A trajetória de Michael Jackson nas telonas acaba de alcançar um feito histórico. O longa-metragem “Michael” assumiu o posto de cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos ao arrecadar US$ 911,9 milhões em todo o mundo, superando o recorde que pertencia a “Bohemian Rhapsody”, produção sobre Freddie Mercury lançada em 2018.
O filme dedicado ao Rei do Pop ultrapassou por uma pequena margem os US$ 911,02 milhões conquistados pela cinebiografia do vocalista do Queen, encerrando uma liderança que permaneceu intacta por oito anos. O desempenho expressivo consolidou o interesse do público pela história de um dos artistas mais influentes da música mundial.
O Brasil teve participação importante no resultado, figurando entre os cinco mercados que mais contribuíram para a arrecadação global da produção. O sucesso também se espalhou por diversos países, impulsionado pela força do legado musical de Michael Jackson e pela curiosidade em torno de sua trajetória artística.
E os números ainda devem crescer. O longa chega ao mercado japonês nesta semana, e a expectativa da indústria é que a estreia no país asiático impulsione a arrecadação rumo à cobiçada marca de US$ 1 bilhão. Caso alcance o feito, “Michael” entrará para um grupo extremamente seleto de produções lançadas em 2026.
Apesar do recorde entre as cinebiografias musicais, o filme ainda não ocupa o topo entre todas as produções biográficas da história. Esse posto continua pertencendo a “Oppenheimer”, lançado em 2023, que arrecadou cerca de US$ 975,8 milhões mundialmente.
A produção acompanha a vida de Michael Jackson entre os anos de 1966 e 1988, focando especialmente sua ascensão artística e a consolidação como fenômeno global da música. O período retratado encerra-se antes de várias controvérsias que marcaram os anos seguintes da carreira do cantor.
O sucesso comercial já garantiu a continuidade da história. A Universal Pictures confirmou oficialmente que uma sequência está em desenvolvimento e que parte das filmagens já foi realizada. O próximo capítulo deverá abordar os anos finais da trajetória do artista, cobrindo o período entre 1988 e sua morte, em 2009.
POR: Tamiris Felix












