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Noel Gallagher — IMagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial (Google Gemini)
Enquanto "Wonderwall" ecoa nos estádios da Copa do Mundo de 2026 como um dos principais cantos da torcida inglesa, o autor do clássico deixa claro que não compartilha da mesma paixão. Em entrevista concedida à rádio talkSPORT, na quinta-feira (25), Noel Gallagher voltou a afirmar que nunca foi torcedor da seleção da Inglaterra e explicou as razões por trás desse distanciamento.
Nascido em Manchester, mas filho de pais irlandeses, o guitarrista e compositor do Oasis contou que sua identificação sempre esteve mais ligada à Irlanda do que ao time inglês. Segundo ele, a falta de conexão começou ainda na infância, influenciada pelo cenário do futebol na época.
De acordo com Noel, a seleção inglesa era formada, em grande parte, por jogadores de clubes rivais do Manchester City, equipe pela qual torce. O músico afirmou que não conseguia criar vínculo com um elenco dominado por atletas de Liverpool e Manchester United, o que contribuiu para seu desinteresse pela equipe nacional.
Apesar disso, Gallagher fez elogios ao atual elenco da Inglaterra. O artista destacou especialmente o zagueiro John Stones, do Manchester City, com quem mantém amizade. Para Noel, é gratificante ver o defensor atuando em alto nível, além de elogiar o desempenho de Marc Guéhi durante a competição.
O cantor também comentou, em tom bem-humorado, o fato de seus filhos serem torcedores da Inglaterra e estarem presentes na final da Copa do Mundo. Ele brincou que seria "muita sorte" para eles ver a seleção conquistar o título justamente ao som de "Wonderwall", música composta pelo próprio pai.
A canção se tornou um dos principais hinos das arquibancadas durante o Mundial disputado nos Estados Unidos, sendo entoada repetidamente pelos torcedores ingleses ao longo da campanha da equipe.
Conhecido por misturar futebol e provocações em suas entrevistas, Noel Gallagher já havia demonstrado pouca empolgação com a seleção inglesa durante a competição. Segundo o músico, seu envolvimento com a Copa seria muito maior caso a Irlanda tivesse conseguido uma vaga no torneio.
POR: Tamiris Felix












