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Emili Amstrong, vocalista do Linkin Park, em imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial — Google Gemini
A chegada de Emily Armstrong ao Linkin Park exigiu adaptações para que a cantora encontrasse seu espaço sem tentar imitar Chester Bennington, morto em 2017. Os bastidores desse processo são revelados no documentário Unshatter.
Em entrevista à revista People, repercutida pelo MusicRadar , Emily admitiu que se sentiu intimidada no início. Para preparar o repertório, ela ensaiou durante meses com o baterista Colin Brittain, e diversas músicas tiveram suas tonalidades alteradas para se adequar ao alcance vocal da cantora, preservando a energia original.
Um dos momentos decisivos foi a nova versão de “Crawling”, clássico do álbum Hybrid Theory (2000). Segundo Joe Hahn, DJ e diretor criativo do grupo, a intenção era que Emily interpretasse a faixa à sua maneira, sem imitar Chester.
Após ouvir o resultado e fazer pequenos ajustes, a banda percebeu que a nova abordagem funcionava. A experiência ajudou a diminuir a insegurança inicial e mostrou que o Linkin Park poderia seguir em frente com uma nova identidade, respeitando o legado de seu antigo vocalista.
POR: Tamiris Felix













