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Estudo aponta que enxaguantes bucais podem matar a COVID-19 em 30 segundos

Pesquisa indica que o vírus possa ser eliminado apenas na saliva; Entenda!

20/11/2020


INFORMAÇÃO

#EnergiaNews

(Foto: Reprodução / Crédito: Jae Young Ju/istcok)

Em várias pesquisas feitas por cientistas da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, foi descoberto possíveis sinais de que bochechos realizados com enxaguante bucal poderia ser uma possível arma contra a novo coronavírus. A pesquisa aponta que o vírus possa ser eliminado apenas na saliva, mas ainda não apresentou evidências de que o produto possa ser utilizado como um tratamento para o vírus, isso porque o material não chega ao sistema respiratório nem nas cavidades pulmonares.

O resultado foi adquirido antes da realização de um ensaio clínico sobre o coronavírus em alguns pacientes do Hospital Universitário do País de Gales. Nick Claydon, especialista em periodontologia, declarou que as pesquisas podem fazer com que o uso de enxaguante bucal seja mais constante na rotina de higiene das pessoas, assim como o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos.

Os estudos ainda indicam que os enxaguantes bucais contém pelo menos 0.07% de CPC (Cloreto de Cetilpiridínio) apresenta ótimos resultados na capacidade de destruição da COVID-19 em laboratório.


(Foto: Reprodução / Newtrade)

Richard Stanon, principal autor da pesquisa, aponta que estes avanços indicam que vários tipos de enxaguantes, normalmente utilizados para o combate de germes e doenças gengivais, podem também inativar o novo coronavírus Sars-CoV-2 (e outros coronavírus relacionados) durante os testes feitos em laboratório, onde foram colocadas condições semelhantes à cavidade oral/nasal em um tubo de ensaio. Ele ainda diz que o estudo não foi revisado e nem publicado, ou seja, a pesquisa não passou pelo crivo de outros cientistas para análise.

O próximo passo do estudo é descobrir se o uso do enxaguante bucal é capaz de reduzir os níveis da COVID-19 na saliva de pessoas que estão com o vírus. Os resultados são esperados apenas para o começo do ano que vem.

O diretor do programa afirma que os estudos agora buscam descobrir o tempo que o efeito do enxaguante dura após a primeira aplicação de uma pessoa infectada.

 

FONTE: G1





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