Ministro da Saúde afirma que Brasil não precisa mais das vacinas Covaxin e Sputnik V

Declaração foi feita durante a "Comissão de Seguridade Social e Família da Câmera dos Deputados" que aconteceu nesta quarta-feira (14)

14/07/2021


CORONAVÍRUS

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(Créditos: Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo)

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (14) que o Brasil não vai necessitar das vacinas contra a Covid-19 da Bharat Biotech que produz a Covaxin e do Instituto Gamaleya que fabrica a Sputnik V.

A declaração foi feita durante a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmera dos Deputados, na qual os dois imunizantes enfrentam dificuldades de aprovação junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), além de serem alvos de investigações da CPI da Pandemia no Senado.

O ministro ressaltou que os contratos firmados com a Fiocruz que fabrica a vacina da AstraZeneca/Oxford, Instituto Butantan (CoronaVac), Pfizer e Janssen além do consórcio Covax Facility garantem ao Brasil cerca de 600 milhões de doses neste ano. Ele disse que o objetivo agora é antecipar o maior quantitativo possível de vacinas.

"Entendemos que o que temos de número de doses já é o suficiente para imunizar a população brasileira até o final do ano. O que temos feito é buscar a antecipação de doses. Já conseguimos antecipar com a Janssen 1,8 milhão de doses que estavam previstas para o último trimestre, mais 7 milhões da Pfizer, que estavam previstas para o final de julho. Em julho temos previsão de 40 milhões de doses para serem entregues. Em agosto, a expectativa é que tenhamos 60 milhões de doses. São 100 milhões de doses de vacinas nos próximos dois meses, o que garante que a nossa campanha vai avançar com efetividade", disse o ministro.

(Foto: Sanchit Khanna/Hindustan Times via Getty Images)

Vale lembrar que o contrato do Ministério da Saúde para compra de 20 milhões de doses da Covaxin foi suspenso há duas semanas, para que seja investigadas suspeitas de irregularidades.

A Anvisa não autorizou a aplicação das vacinas Covaxin e Sputnik V por conta de falta de documentos necessários que comprovassem a segurança dos imunizantes.



POR: Tamiris Felix




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