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Sean "Diddy" Combs — Divulgação // VMA
Sean "Diddy" Combs continuará preso no Centro de Detenção Metropolitana do Brooklyn após a Justiça dos EUA negar, pela quinta vez, seu pedido de liberdade provisória. A decisão mais recente, emitida nesta semana, reforça que o artista representa risco de fuga ou ameaça à segurança pública.
O juiz Arun Subramanian, responsável pelo caso, sustentou que a Corte só pode conceder fiança quando houver evidências claras de que o réu não tentará fugir e não colocará outros em perigo — o que, segundo o magistrado, não é o caso de Diddy.
A defesa do rapper havia solicitado sua soltura sob fiança de US$ 50 milhões (cerca de R$ 276 milhões), proposta rejeitada em 28 de julho. Antes disso, ele já havia sido absolvido das acusações mais graves — tráfico sexual e conspiração para extorsão — no início de julho, mas a liberação imediata também foi negada.
Nesta semana, Virginia "Gina" Huynh, ex-namorada de Combs e identificada nos autos como “Vítima-3”, escreveu ao tribunal em apoio à sua liberação. Na carta, pediu que o cantor tivesse ao menos a chance de responder ao processo em liberdade, sob supervisão judicial, para “continuar cuidando de sua família”.
Contudo, o apelo emocional não foi suficiente para convencer o tribunal. Agora, Combs seguirá detido até a audiência de sentença, marcada para o dia 3 de outubro. Ao todo, terá passado mais de um ano preso, tempo que será descontado de sua pena final.
Se condenado à pena máxima, o rapper poderá enfrentar até 20 anos de prisão.
POR: Tamiris Felix
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